NOSSA LUTA

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

NEM NO MEU ANIVERSÁRIO OS "ALIENADORES BARBAROS" DE MINHA FILHA ME PERMITIRAM ESTAR COM ELA!!!!

ENTÃO FILHA!
FIZ NESTE DIA  28/09/012 53 ANOS, CONCEBI VOCE AOS 44 ANOS...VOCE NASCEU LINDA SAUDAVEL, PERFEITA!
fOI O MAIOR E MELHOR PRESENTE DE MINHA VIDA!
TUDO ANDA MEIO LENTO, MEIO CONFUSO, MAS EU JAMAIS DESISTIREI DE ESTARMOS JUNTAS, CREIA NISSO!
JAMAIS!
EU TE AMO, E QUERO VOCE JUNTO A MIM!
VOCE É MINHA , COMPANHEIRA, AMIGA E PARCEIRA!!!!

Os Efeitos Devastadores da Alienação Parental - Eu sou vítima há 05 anos sem atitude alguma do judiciário Campineiro/sp.









Os Efeitos Devastadores da Alienação Parental

Dentro da nossa proposta de trazer informações que possam auxiliar na compreensão e no debate desse interessante tema, para conhecer os efeitos devastadores da Alienação Parental, vocês devem começar reconhecendo os comportamentos mais comuns da AP.

Vocês vão notar que muitos dos comportamentos ou atitudes estão enfocados no pai, a razão disso já foi apresentada anteriormente e está centrada na organização da estrutura social humana, onde a mulher, em geral, é responsável pelos cuidados e zelo da prole.

Quando a criança apresenta ódio e vilipendia um dos pais, devemos observar com atenção especial o caso, pois esta é uma condição favorável para a presença da Síndrome de Alienação Parental.

Não se apavore ou entre em pânico, se ao ler a lista abaixo, você perceber que alguns de seus atos e/ou comportamentos foram alienantes, em vez de se horrorizar ou se culpar, deixe a lista sensibilizar você, ajudar a mudar seu comportamento e o que você está fazendo ou dizendo a seu(s) filho(s) sobre o outro cônjuge.

1. Não dar às crianças opções quando elas têm escolha sobre as visitas. Não permitir que a criança decida, por si mesmo, quando quer ser visitada, e existindo uma ordem judicial, dizer à criança que não há escolha, tem que ser na data e hora determinadas, recusando-se a ser flexível com o dia e horário de visitação, a fim de responder às necessidades da criança ou do pai, isso pode levar a criança para o conflito. A criança geralmente culpa o cônjuge não residencial por não ser capaz de cumprir o determinado ou acordado, e escolher não visita-la. Essa falta de flexibilização de data e horário, sem razão plausível, transforma o pai em vítima, pois independentemente do que acontecer, ele não sendo capaz de ver seus filhos ou se vê-los rapidamente, as crianças ficarão com raiva e não compreenderão os motivos da ausência. O genitor alienador pode também agendar para a criança tantas atividades que ao outro progenitor não é dado o tempo para visitar a criança. Claro que, quando dos protestos do pai alvo, ele é acusado de só se importar com seus problemas e ser egoísta.

2. Contar a criança "tudo" sobre as falhas no relacionamento conjugal ou as razões para o divórcio, a criança receberá uma carga de informações que poderá fugir a sua compreensão e sob o sentimento de apenas um dos lados da questão, isso é alienante. Os pais geralmente argumentam que "apenas querem ser honestos" com seus filhos, esta prática, no entanto, é destrutiva e dolorosa para a criança, que poderá não ter maturidade para compreender todos os aspectos envolvidos na questão. O motivo, em geral, alegado pelo genitor alienador é que agindo dessa forma a criança vai pensar menos no outro progenitor, e sofrer menos com sua ausência.

3. Recusar-se a reconhecer que as crianças têm propriedades, roupas, brinquedos, etc., e que podem querer transportar seus pertences entre residências. Em geral essa atitude proibitiva é justificada pela alegação da falta de cuidado com os pertences da criança pelo outro genitor. Mas, consciente ou inconscientemente, é uma busca para criar uma barreira entre os dois ambientes que a criança frequenta, na expectativa que ela se sentirá melhor em sua casa.
4. Resistir ou recusar-se a cooperar, não permitindo o acesso do pai aos registros médicos, a escola e suas atividades curriculares ou aos horários das atividades extracurriculares.

5. Culpar o outro progenitor pelos problemas financeiros, acusá-lo de estar quebrando a família, responsabilizá-lo pelas mudanças no estilo de vida. Lembre-se que quando você decidiu ou teve que aceitar o divórcio, a renda familiar fatalmente seria afetada, você deveria e deve ter consciência disso. A solução é a busca de novas fontes de renda ou a adaptação à nova realidade.

6. Acusar o ex-cônjuge de ter um(a) namorado(a) abandonando a família anterior. Lembre-se a vida continua, e todos têm direito a uma nova oportunidade. A vida só termina com a morte!

7. Supor que por o cônjuge ter sido fisicamente ou emocionalmente violento com o outro, ele vai agredir a criança. Este pressuposto nem sempre é verdade. Em um litígio traumático a emoção suplanta a razão, e pessoas que nunca se poderia supor, podem assumir um comportamento extremamente violento.

8. Pedir à criança para escolher um dos pais em detrimento de outro, isso provoca um sofrimento considerável à criança. Normalmente, ela não quer rejeitar um dos pais, pelo contrário ela quer amar os dois, mas em vez disso ela sofre tanta pressão que não tem como evitar a questão.

9. Ser permissivo excessivamente, a criança vai ficar irritada com o pai que cobrar disciplina. Isso é normal, principalmente, quando o pai não for capaz de dizer "não" ou não mantiver a disciplina, permitindo a criança fazer o que quiser. Se por qualquer motivo, a criança demonstrar uma raiva excessiva quando não lhe é permitida satisfazer suas vontades, você pode suspeitar de alienação parental. Desconfie quando a criança calmamente disser que “com papai ou mamãe não seria assim”, ela consegue lembrar todas às vezes que ficou feliz em ter suas vontades atendidas, mesmo que sejam inconvenientes. Atenção quando por qualquer motivo fugaz ela disser: “eu não gosto (mais) de você”.

10. Quando um dos pais desenvolve segredos, cria sinais especiais ou palavras com significados específicos, para serem usados na presença do outro, evitando a compreensão do que está sendo dito ou compartilhado entre a criança e um dos pais. “Olha nosso segredinho”, piscadelas, trejeitos e frases sem significado claro, podem ser um sintoma de que um dos cônjuges está escondendo alguma coisa do outro. A exigência de encontros privados ou conversas em particular, exigindo a ausência do outro cônjuge, a interrupção brusca de uma conversa com a aproximação do outro, podem ser sintomas de uma alienação em curso.

11. Quando um dos pais usa a criança para espionar secretamente ou reunir informações sobre o outro cônjuge. Além de coletar informações para uso próprio, quando a criança colhe uma informação prejudicial ao outro cônjuge, usa-la para humilhar o pai vitimado. O pedido para que a criança espione a vida pessoal do outro provoca na criança considerável tensão e conflito, a criança não é alienada e quer ser leal a ambos os pais.

12. Demonstrar mágoa ou tristeza por o filho querer ficar mais tempo com o outro cônjuge, isso fará com que a criança se cerre e não queira se comunicar. Ela frequentemente se sente culpada pela tristeza da mãe e/ou entra em conflito, sem saber se é certo se divertir e ser feliz com seu pai.

13. Simular situações de risco físico ou psicológico para fingir o resgate da criança, quando, na verdade, não há nenhuma ameaça à sua segurança. Esta prática reforça na ideia da criança a ilusão de uma ameaça ou um perigo iminente, reforçando assim a alienação.

14. Fazer exigências ao outro que sejam contrárias às ordens judiciais, e levar a criança a crer que o outro cônjuge não atende a exigência porque não quer.

15. Ouvir a conversa do filho ao telefone quando ele está dialogando com o outro cônjuge. Essa atitude inibe a criança, que se sente tolhida para colocar seus sentimentos e anseios.

Bem evidente que isso é apenas uma síntese dos principais Comportamentos Alienantes por parte dos pais. O assunto, estudado em profundidade, seria objeto de um tratado sobre o comportamento alienante, mas procuramos identificar e relatar, com algumas observações críticas, o que é mais observável e sentido nos casos relatados de Alienação Parental.
Apresentamos, antecipadamente, nossas escusas se nossa pesquisa não atendeu as expectativas do grupo e se, ao acaso, nosso trabalho possa ter atingido a alguém em particular, e provocado uma reação adversa, mas, se acaso isso ocorreu, e hora de parar e pensar, o raciocínio e a lógica, são características humanas que nos diferenciam dos demais animais, e tomar uma decisão: o que eu quero para o futuro de meu(s) filho(s)!

Um fraterno abraço aos meus Caros Amigos.

Prof. Dr. Eduardo G. Souza
 
minha luta! 19 88294070

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

FILHA - SAUDO A PRIMAVERA CHEGANDO TAMBÉM PRA NÓS...

PARA ALÉM DA ALIENAÇÃO PARENTAL!




Significado do nome Karimah

KARIMAH: variante de KARIM (Sugerida por internauta - pendente de revisão)

Origem do Nome Karimah

Qual a origem do nome Karimah: ÀRABE

Significado de Karimah

Qual o significado do nome Karimah: MULHER MUITO GENEROSA.

Significado e origem do nome karimah - Analise da Primeira Letra do Nome: K

Independente, decidido e com um magnetismo invejável, é uma pessoa de muito poder. Mas não é por isso se sente necessidade de viver anunciando suas qualidades. Prefere a discrição, ficar quieto, observando e tomando suas próprias conclusões. Preocupa-se muito pouco com a opinião alheia. Tem uma grande sensualidade e sabe como explora-la muito bem. Tende a ser ciumento e possessivo, o que é um grande defeito. Seria bom tomar cuidado com certas manias.

Significado do nome Karimah - Sua marca no mundo!

SENSIBILIDADE,SIMPATIA,COOPERAÇÃO,DIPLOMACIA,RECEPTIVIDADE

Vista como liberal e simpática, a pessoa que tem o 2 na vibração da personalidade é prestativa e não gosta de causar transtornos em seus relacionamentos sejam pessoais ou profissionais. Evita os cargos de liderança, e não busca de ser centro das atenções. Gosta de agir sem holofotes, e nem por isso deixa de ser notada. Preocupa-se em como é vista pelos outros, fator que pode prejudicar seu rendimento. Porém persuasão é uma forte característica e tem sempre a coisa certa a dizer, sua diplomacia faz com que consiga um bom entendimento entre os diversos grupos em que se relaciona. A capacidade e vontade em cooperar sempre é apreciada pelos colegas. Discreta, prefere ambientes tranquilos para trabalhar. Sempre que coloca de lado a insegurança faz com que as pessoas confiem mais em suas habilidades. Esta mesma insegurança é o que faz com que hesite sempre que se encontra entre duas escolhas. Para usufruir dos aspectos positivos deste número deve acreditar mais em si mesma e usar a intuição.

Karimah Significado - Numerologia - Expressão 7

COMO O MUNDO TE VÊ?

O número da Expressão revela a missão que tem, o que deve fazer ou ser nesta vida, para que atinja sucesso e alcance suas metas e objetivos. Descreve como você se expressa no mundo. O seu "eu" completo - personalidade, caráter, disposição, identidade, temperamento.Sempre em busca do saber e da verdade, é alguém cujas coisas do espirito e do "eu" interior fazem muita importância na vida, por isso é estudioso, gosta de filosofia e pesquisas. Estuda para provar e obter respostas sobre o desconhecido. Por ser um tanto solitário as pessoas o consideram distante e estranho mas é difícil não notar sua presença, pois possui um refinamento inigualável. Procura viver de acordo com suas experiências e descobertas e não conforme padrões pré estabelecidos. Não se atrai por agitos e modismos, considera isso como coisas descartéveis. Prefere atividades que não envolvam esforço fisico, ou mesmo com máquinas. Tem forte tendência para ser um educador, advogado, cientista, banqueiro, corretor, contador, tecelão, relojoeiro, inventor, escritor de temas técnicos, científicos ou filosóficos, editor, autoridade em religião, naturalista, astrônomo ou metafísico. Precisa ficar atento aos aspectos negativos, como impaciência, e avareza, consumo de bebida e a tedência à indiferença.

karimah Significado - Numerologia - Impressões 5

COMO VOCÊ VÊ O MUNDO?

Mostra a pessoa como é interiormente. Revela como pensa, sente e age. Seu o desejo íntimo da alma, o seu "eu interior", suas esperanças, sonhos, ideais, motivações. As vezes é possível que percebamos essa manifestação, mas talvez não a expressamos como deveriamos ou mesmo não vivemos de acordo com ela, assim estamos reprimindo os nossos sentimentos e impulsos, o que gostariamos de ser ou fazer, estamos adormecendo nossos objetivos secretos, as ambições, os ideais mais intimos.Precisam liberdade e de independência para trilhar o próprio caminho, os que tem o número 5 na Impressão fazem o que bem entendem. São pessoas de espírito aventureiro e muito versáteis. Se adaptam facilmente a todas as situações, por mais inusitadas e diferentes que elas sejam. São do tipo que adoram variedades, são animadas, cheias de recursos, espertas, imaginativas, curiosas, espirituosas, energéticas e possuem um forte magnetismo. Capazes de reconhecer uma boa oportunidade e geralmente a agarra muito antes que os outros a percebam. Tendem a deixar as coisas por terminar se no meio do processo surgir uma nova idéia para se aventurar. Interessado em atividades públicas chegam a ser ótimos repórteres, escritores, advogados, políticos, metafísicos, animadores ou chegm a receber boas oportunidades nos esportes, propaganda, arte comercial, turismo, moda, promoção, especulação, aconselhamento, pesquisa ou no estudo científico.

karimah Significado - Numerologia - Anseios da Alma 11

ANIMA - O QUE MOVE VOCÊ? A vibração da ANIMA mostra a impressão que você transmite às pessoas e os efeitos que lhes causam. Deve ser considerado um dos número mais importantes na sua vida. Conhecendo-o poderá entender o planejamento da sua vida. Compreendendo este plano e buscando viver de acordo com seu significado trará mais sentido à sua vida, e a fará mais útil e feliz. Ter consciência dessa vibração ajuda a reconhecer o porquê de suas aversões e gostos. Não desperdiçará um dia sequer de sua vida, e jamais a sentirá inutil ou sedentária na velhice se viver de acordo com as vibrações deste número. 11 - Sempre em busca de ser inspiração para os outros. Trazendo luz às multidões e inspirando, seja através das artes ou das ciências. Algumas possuem um desejo de explorar lado místico da vida. Outras pessoas deste número gostariam de desenvolver dons psíquicos, para levar uma forma espiritual de vida. E há aquelas que buscam ser líderes e se tornar para serem o centro das atenções.

Significado e origem do Nome Karimah - Arcanos do Tarot

Arcano 2 - A Papisa

SIMBOLOGIA Símbolo do mistério dos sonhos e ilusões. A Papisa ou a grande Sacerdotisa representa a grande divindade feminina, regente da a magia, é também a poderosa feiticeira. Personificação da boa memória, aquela que detém todo conhecimento e registros do passado. Representa os três horizontes: passado, presente e futuro. É a representação do poder feminino e não precisa lutar para afirmar-se.
ASPECTOS POSITIVOS A Papisa indica sabedoria, julgamento correto, sagacidade, bom senso, habilidade para ensinar, segurança, ausência de sentimentalismo, emoções ocultas, relacionamentos platônicos e tendência para evitar envolvimentos emocionais. Indica realização, é o brilho da verdade e do mérito, a entrega no futuro com confiança desde que com sabedoria e reserva.
ASPECTOS NEGATIVOS Ignorância, falsa puritana, domínio do supérfluo, egoísmo, presunção, preguiça, imaginação em excesso, intenções hostis, desenvolver a pacividade sõa aspectos negativos, dos quais pode se livrar tendo como conduta a proteção dos desejos e das fraquezas.
INTERPRETAÇÕES DO ARCANO NO SENTIDOS:
MENTAL: Grande riqueza de idéias. Responde a problemas concretos melhor do que a questões vagas.
EMOCIONAL: É amistosa, recebe bem. Mas não é afetuosa.
FÍSICO: Situação garantida, poder sobre os acontecimentos, revelação de coisas ocultas, segurança de triunfo sobre o mal. Boa saúde, mas com um ritmo físico lento.
PALAVRAS SÁBIAS Acima de tudo o arcano aponta para a Sabedoria, para a ordem divina, a lei, e o poder da reflexão. Fala também do princípio feminino, receptivo e materno. Dos mistérios e uso da intuição.
Procure compreender melhor a situação antes de tomar uma decisão. As vezes é necessário usar as nossas forças chamadas femininas. Passividade, sedução, intuição, suavidade, entendimento...
"O vento e as ondas estão sempre a favor de quem sabe navegar..."
INFLUENCIA NA SUA VIDA Esse arcano influencia positivamente 70% de sua vida.

Arcano 7 - O Carro

SIMBOLOGIA O arcano do carro fala do domínio do homem sobre os quatro elementos vitais: terra, ar, água e fogo. O carro indica o ser humano em equilibrio e bem sucedido, que foi capaz de decidir corretamente. É a promessa de realização e sucesso em todos os sentidos. Representa a submissão dos elementos da natureza e da matéria ao talento e a inteligência do homem. Este arcano é uma mensagem indiscutível de sucesso, aponta para viagem e novos rumos.
ASPECTOS POSITIVOS É demonstração da capacidade humana de através da mente controlar o corpo (carro) num rumo certo e definido, apesar das emoções. Representa o equilíbrio, segurança, amparo material e moral, domínio, realização, sucesso, discernimento e triunfo, preocupação e interesse pelo futuro e pelos mistérios da vida.
ASPECTOS NEGATIVOS O carro mostra que é necessário tomar as rédeas e controlar as forças psíquicas para conduzir a vida ao caminho que nós escolhemos, não tomar estas rédeas nos empurra para a raqueza, egocentrismo, descontrole, irreflexão, orgulho, brutalidade, fracasso, desengano e doenças.
INTERPRETAÇÕES DO ARCANO NO SENTIDOS:
MENTAL: As coisas se realizam, mas falta ainda montar as peças de conjunto.
EMOCIONAL: Afeto manifestado; protetor, serviçal.
FÍSICO: Grande atividade, rapidez nas ações. Boa saúde, força, atividade intensa. Do ponto de vista do dinheiro: gastos ou ganhos, movimento de fundos.
PALAVRAS SÁBIAS POdemos interpretar esta arcano como a mensagem de conciliação dos antagonismos, condução de forças divergentes. Progresso, mobilidade, e anuncio de viagens. Significa também notícia inesperada e conquista.
O tato, a educação, a diplomacia e a firmeza de propósitos são importantes ferramentas para se controlar as forças conflitantes.
"Quando a ciência entrar em teu coração e a sabedoria for doce em tua alma, pede e te será dado..."
INFLUENCIA NA SUA VIDA Esse arcano influencia positivamente 70% da sua vida.

Arcano 5 - O Papa

SIMBOLOGIA O arcano do Papa representa penetração de Deus nos três mundos possíveis, o divino, o intelectual e o físico. Fala das virtudes que vencem os sete pecados capitais. Indica sabedoria e o sinal de obediêcia à ela. Mestre da ciência e dos mistérios sagrados, aquele que representa as inspirações do espírito e da consciência, a fertilização do espírito, o uso e o abuso do conhecimento esotérico ou ocultista.
ASPECTOS POSITIVOS É o grande pai da espiritualidade, que indica poder espiritual, autoridade, novos aprendizados, justiça, inteligência analítica, equilíbrio, dever moral, compaixão, bondade, consciência, um grande conselheiro e generosidade, é também a corporificação da autoridade e da lei. Cultua sua autoridade natural e preserva seu senso de justiça.
ASPECTOS NEGATIVOS No lado negativo pode vir a demonstrar vulnerabilidade, fragilidade, irracionalidade, moralismo estreito, superstição, conselheiro incompetente e ressentimento. Mostra também a dificuldade em se adaptar as novas circunstâncias ou a situações de mudança. Sem uso da razão não consegue dissipar as incertezas e as instabilidades que sempre rodeiam a vida.
INTERPRETAÇÕES DO ARCANO NO SENTIDOS:
MENTAL: O Pontífice representa a forma ativa da inteligência humana, que traz principalmente as soluções lógicas.
EMOCIONAL: Sentimentos poderosos, afetos sólidos, solicitude, sem cair em sentimentalismos. O Pontífice indica os sentimentos normais, tal como devem ser manifestados na vida, de acordo com as circunstâncias.
FÍSICO: Equilíbrio, segurança na situação e na saúde. Segredo revelado. Vocação religiosa ou cientifica.
PALAVRAS SÁBIAS Perceba que este é o arcano do ato da bênção, da iniciação, do ensino. Emprego da Lei, e do dever. Fala de moral e consciência. Aponta para a busca de sentido, e para a chegada da hora da verdade, sugere confiança na indicação do caminho da salvação.
Muitas vezes, para podermos tomar uma boa decisão, para agirmos na direção certa, devemos ouvir alguém que tenha mais experiência. Assim. depois estaremos prontos para efetuar o nosso próprio julgamento.
"De ouvido te havia escutado, mas agora meus olhos te vêem e o meu coração te sente..."
INFLUENCIA NA SUA VIDA Esse arcano influencia positivamente 70% da sua vida.

Arcano 11 - A Força

SIMBOLOGIA O arcano da Força representa a luta da inteligência contra as forças bestiais da natureza. Indicando força eterna e constante. Trata também das tentações, que exige controle firme e determinação. Indica a vitória da inteligência sobre os instintos, mas avisa que este triunfo só possa ser obtido por meio da vigilância. Sugere cautela em relação ao próprio poder.
ASPECTOS POSITIVOS Revela o poder de ação e mostra que é possível chegar onde se quer quando há clareza sobre as metas que se quer atingir. Aponta a coragem, sabedoria, a força feminina, engenhosidade, talento, inteligência, sucesso, magnetismo sexual, maturidade, domínio do eu, harmonia e valentia. Sua força está no poder da mente, basta acreditar em si para chegar lá. Diplomacia e espírito comunitário.
ASPECTOS NEGATIVOS Ela mostra que precisamos dominar o lado instintivo, os impulsos, para que atuemos com mais suavidade e beleza interior diante dos problemas, sem este dominio o lado negativo se revela com ira, impaciência, presunção, natureza fraca, insensibilidade, desprezo, agressividade e desumanidade.
INTERPRETAÇÕES DO ARCANO NO SENTIDOS:
MENTAL: Esta carta traz uma grande agudeza para distinguir entre o verdadeiro e o falso, o útil e o inútil, e uma clareza precisa na avaliação.
EMOCIONAL: Domínio sobre as paixões, poder de conquista. Para uma mulher que está para se casar: conseguirá que sua personalidade não seja anulada pelo afeto que sente pelo marido. Proteção afetuosa.
FÍSICO: Vontade para vencer os obstáculos, domínio da situação; faz valer seus legítimos direitos. Capacidade para tomar direção em todos os assuntos materiais.
PALAVRAS SÁBIAS Resume-se que este arcano fala da inteligência que doma a brutalidade. A subjugação das paixões. Sugere também lucro nos empreendimentos empresariais.
A inteligência domando a fera interior e colocando as paixões à serviço da vontade. Tenha força para resistir na jornada apesar de todos os obstáculos que surgirem.
"Prazeroso na esperança, sofrido na atribulação, seja constante na oração..."
INFLUENCIA NA SUA VIDA Esse arcano influencia positivamente 60% da sua vida.

PARA AS MEDEIAS - EDÉIA E A ALIENAÇÃO PARENTAL


Por trás de um comportamento agressivo sempre há uma criança que precisa de afeto...

As reações agressivas podem ser causadas por algum tipo de situação-problema que a criança está enfrentando. Nada mais é do que um pedido de socorro: “me vejam, me escutem, preciso de ajuda”. Mas poucas pessoas entendem isto como um pedido de socorro.

Pais e professores observem esse comportamento e conversem com as crianças, tentem entender o que está acontecendo; às vezes o problema está em casa, outras vezes na instituição de ensino. É necessário detectar o que está acontecendo para poder ajudar a criança a refletir sobre suas atitudes.

Paciência neste momento de agressividade é a palavra chave, embora saiba que muitas vezes esta atitude é difícil de ser conseguida em  momentos de tensões. As crianças necessitam nesses momentos se sentirem acolhidas, valorizadas, ouvidas, e não menosprezadas ou deixadas de castigo.

Diante da agressividade retribua com afeto. Esse é o segredo para reverter a situação. Pensem nisto e repensem suas atitudes diante de fatos agressivos; gritar, xingar, bater não ajudam em nada; pelo contrário, somente aumentam a situação de estresse que a criança esteja vivendo.


Como hipóteses de manifestação da SAP no seio familiar pelo guardião alienador (em grau mais
brando), têm-se os diversos esquecimentos, tais como o:
Esquecer de informar compromisso da criança em que a presença da outra parte seria importante.
Esquecer de informar sobre consultas médicas e reuniões escolares.
Esquecer de avisar sobre festas escolares.
Esquecer de dar recados deixados pelo outro genitor.
Fazer comentários inocentes, pejorativos, sobre o outro genitor.
Mencionar que o outro se esqueceu de comparecer às festas, compromissos, consultas, competições. E
que convenientemente se esqueceu de avisar.




MEDÉIA E A ALIENAÇÃO PARENTAL
PARA AS MEDÉIAS

Filha de Eetes, rei da Cólquida, hoje Geórgia nos E.U.A., Medéia é a princesa nefasta que sem ela, Jasão não teria conquistado o Velocino de Ouro, um talismã que levaria ao auge do poder aquele ao qual pertencesse.


Em algumas tradições, Medéia é filha de Hécate, a mais tenebrosa e primitiva das feiticeiras. Desse modo, seria também a irmã de Circe, outra feiticeira tão poderosa quanto sua mãe.


Medéia é dotada de uma violência inquieta e do fogo das paixões. Apresenta mudanças súbitas de humor; constante melancolia e comportamento criminoso que se volta contra aqueles aos quais ela ama.


Um exemplo no cotidiano consiste em retirar todo o afeto da pessoa que não correspondeu a sua expectativa e, usualmente, o alvo são os filhos que ficam completamente destituídos de seu amor de um momento para o outro.


Quando enfim, fazem aquilo que ela deseja, então os seduz novamente parecendo imbuída de um grande amor, para em seguida, alertar que poderá retirar seu afeto novamente.


Freqüentemente, isso é expresso com atitudes cheias de grande emoção e intempestividades: gritos, ameaças, chantagens e extremo mau humor. Se a vítima for uma criança, ela não tem muitas alternativas: ou morre psicologicamente ou morre psicológica e fisicamente.


Tal qual sua mãe e irmã, Medéia só pode reinar nas extensões desérticas, longe da cultura e da civilização, perseguindo o homem e recolhendo mil ervas venenosas para engendrar seus planos endiabrados. Planos que não são executados de forma objetiva e rápida, mas de modo astucioso e por longo, longo tempo.


Medéia é símbolo da perversão banal e são as terras incultas que lhe oferecem os instrumentos de seu poder: os venenos e remédios.


Jasão representa o masculino que, devido a sua mente inculta, cai preso na teia perversa de Medéia. No decorrer da sua história com Medéia vai, progressivamente se tornando menos honesto consigo e conseqüentemente, se destrói como indivíduo, voltando-se para a intriga e perversidade.


Jasão representa o homem aparentemente cordato e servil para com ela, mas que, no íntimo, alimenta uma grande ambição. Não ama Medéia, serve-se dela para alcançar o poder.


Por outro lado, Medéia também sabe disso. No entanto, tal qual Jasão, possui grande ambição pelo controle e serve-se de Jasão para, enfim, controlar toda a família. Depois, usará os filhos com a mesma intenção.


A primeira das muitas tentativas de controle se faz pelo meio mais comum: Medéia o ajuda a fazer conquistas. Depois, lhe dá filhos e por último, não havendo mais como controlar mata-lhe os filhos e destrói suas conquistas.


O herói Jasão cai vítima das mesmas astúcias de que se valeu junto a Medéia e sua perversidade se converte em um flagelo que devasta o país e o mundo.


Medéia configurou as forças destruidoras do inconsciente que não sendo, elas mesmas, mobilizadas pela consciência exercem seu poder nefasto sobre todas as conquistas do homem.


De modo que o Velocino de Ouro que deveria ser encontrado como símbolo da grandeza e pujança do desejo imbuído da intensidade da vida, acaba sendo encontrado como símbolo da perversidade e banalização dos afetos e virtudes.


A feiticeira representa as forças inconscientes da psique. Por isso ela fascina e pode mesmo permanecer por longo tempo em seu reinado de controle e poder nefasto.


Considerar fazer terapia para que o ego se aposse dessas forças e trabalhe com elas de maneira objetiva e consciente, de modo a devolver ao símbolo do Velocino de Ouro o seu devido propósito, requer grande força psíquica para abrir mão do poder "mágico" e isso infelizmente, não é possível para todos que se encontram "possuídos" por este arquétipo.


Nem todos possuem intensa energia psíquica para se desprender do pseudopoder que o arquétipo lhe dá e assumir sua individuação. Na verdade, a grande maioria se contenta em ser nefasto e banal. Na modernidade, estamos assistindo ao grande espetáculo do orgulho da doença.


Em termos individuais, a feiticeira é a parte obscura da psique do homem. É sua sombra feminina que o torna gratuitamente agressivo e cheio de dengos e desejos a serem imediatamente satisfeitos. O torna propício às diversas expressões agressivas, inclusive contra si mesmo. Alem do que, essas forças inconscientes podem predispor o homem a se comportar feito vitima e fraco.


No caso da mulher, a feiticeira é um arquétipo que a possui contra as forças racionais e objetivas de sua psique representadas pelo masculino. O que significa que essa mulher jamais é razoável. É sempre intempestiva e se esmera em alcançar o poder de comando seja via "gritos" seja via "espiritual".


A mulher possuída busca destruir o seu homem, às vezes de modo violento e às vezes de forma sutil como, por exemplo, tratando de torná-lo fragilizado ou se empenhando em vitimizá-lo. Assim, ela será a figura forte do casal.


Quanto mais longe do corpo, daquilo que ele representa em termos de instintos, mais se busca o misterioso e o gnóstico. Desse modo, temos que em termos de movimento social e de grupo, Medéia está por de trás das religiões, das pseudo-religiões e de todos os demais movimentos que buscam o poder e o controle através da irracionalidade.


Muitos autores consideram que o Mito de Medéia é o mito que faz a ponte entre a Idade Média e a Idade da Razão, quando o homem deixa de se apoiar no mistério e religiosidade sem críticas para descobrir a liberdade de utilizar suas próprias forças e intensidades, mesmo correndo o risco de não ser mais protegido pelos deuses.
A SÍNDROME DA ALIENAÇÃO PARENTAL

Alexandra Ullmann, psicóloga e advogada é autora e responsável por um artigo da Revista Visão Jurídica, nº 30, págs.
62 a 65, sobre essa síndrome que assola muitas famílias e que como diz Ullmann, a Justiça deve ter coragem para punir a mãe ou o pai que causa essa agressão psicológica, principalmente em seus filhos.

A Síndrome da Alienação Parental, é o assassínio atual de Medeia. Trata-se de ações e atitudes de um dos responsáveis pela criança que buscam influenciá-la contra, ou mesmo que incentive o sentimento de ódio pelo outro genitor, mesmo sem nenhum fundamento real.


Todos os obstáculos são impostos tanto para impossibilitar quanto dificultar o convívio entre a criança e o genitor ou familiar que foi afastado por alguma razão.


Essa pessoa que faz tal crueldade, juridicamente, é chamada de ente alienador. Seu comportamento psicologicamente agressivo tem a clara intenção de manter o controle sobre o menor de modo a, por extensão, manter o controle e vingança sobre o outro.


Em sua sede de vingança, algumas mulheres chegam ao cúmulo de inventar uma agressão sexual do genitor alienado contra a criança, mesmo sabendo que esse menor também sofrerá as conseqüências psicológicas desse ato.


Após a confirmação de que o adulto está mesmo sofrendo da Síndrome de Alienação Parental e que, portanto, a criança está sendo vítima de uma mente doentia e manipuladora, os representantes do Ministério Publico afastam o menor do ente alienador.


Enfim, uma atitude coerente com a Psicologia, pois, em muitos casos, a agressão psicológica tem sido ainda mais terrível do que a agressão física.


Talvez seja mais difícil de provar porque não causa escoriações e nem hematomas. Causa feridas e seqüelas psicológicas que poderão levar a mais e mais agressões, porque uma criança que sofre desse tipo de agressão pode se identificar com o (a) agressor (a) e posteriormente aplicar o mesmo tratamento em seus filhos ou em direção à comunidade.


A punição ao ente alienador, não apenas auxilia na questão imediata como também previne a agressividade psicológica futura advinda da atual.


São sinas da Síndrome: fazer comentários "inocentes" sobre o familiar que deseja afastar; fazer comentários para desmoralizar o outro; ensinar a criança a dizer que odeia o outro; ensinar a criança a ver o outro como mais fraco e ou estúpido; exigir estar presente em todos os eventos mesmo quando a criança já tem a companhia do outro genitor; determinar o tipo de programa e a duração dele que o outro genitor fará com a criança; ensinar a criança a se manter emocionalmente distante do outro; exigir que a criança telefone o tempo todo em que estiver com o outro genitor; etc, etc...


Ullmann termina com o apelo de que o Judiciário não mais tema aplicar a devida punição àqueles que, "em nome do amor", extirpam de forma doentia o outro genitor, bem como um parente próximo da vida da criança vítima.


Os cuidados psicológicos deveriam ser tão ou mais imprescindíveis que os cuidados médicos e educacionais. A saúde mental negligenciada numa sociedade tende a se transformar num monstro que assola e solapa toda a organização de um modo nefasto e cruel.


Se houvesse mais cuidado com a psique das crianças e dos adultos, o Velocino de Ouro poderia ser aquilo que é: o aceite à intensidade da vida e não a imensa fúria contra ela.


O MITO


Quando Jasão chega a Cólquita para reinvindicar o Velocino de Ouro junto ao rei Eetes, Afrodite já providenciou para que Medéia dele se enamore.


O rei impõe a Jasão várias tarefas para que alcance o direito de receber o Velocino de Ouro. Jasão não conseguiria cumprir tais tarefas se não fosse pela magia de Medéia.


Posteriormente, não apenas a magia, mas sua natureza criminosa acaba por se revelar quando mata seu próprio irmão em prol de uma estratégia para livrar Jasão da perseguição do pai.


Depois disso, fogem para Corinto e ali, Medéia já com filhos foi alvo de intrigas do rei Creonte que influenciou Jasão a se separar de Medéia para desposar sua filha Creúsa.


A vingança de Medéia tem seu início com um vestido que manda entregar para Creúsa. Ao vesti-lo ela se incendeia em chamas misteriosas, fruto da magia da feiticeira. Na tentativa de ajudá-la, acontece o mesmo com o seu pai e depois com o resto do palácio.


Medéia foi expulsa de Corinto, no entanto, antes de sair dali, num ato de fria e premeditada vingança contra a infidelidade do marido, mata seus dois filhos e foge para Atenas onde se casa com o rei Egeu e com ele tem um filho chamado Medo.


Posteriormente, Medeia e Medo voltam para a Cólquita onde reina agora o irmão de Eetes, Perses. Ambos matam Perses. Medo se torna rei e após MEDÉIA

conquistar um grande território lhe dá o nome de Média em homenagem à mãe.

Agradeço sua tão apropriada colaboração: MEDÉIA E SEUS INOCENTES


Poema de Luiz Roberto de Oliveira Pereira


Respeite os inocentes,

que não pediram para estar presentes,
nada sabiam dos fatos passados,
não conheciam as regras do jogo,
nem mesmo que elas poderiam mudar.

Respeite os inocentes,

pelo pouco tempo de vida,
pelo olhar assustado e reticente,
pois não sabiam da tua ferida,
nem são culpados por ela sangrar.

Respeite os inocentes,

porque eles têm o direito
de se escusarem de teu banquete,
de não serem espancados pelo porrete
que manejas em tua vingança.

Respeite os inocentes

e aparte-os de tua presença,
não lhes conte teu mal de nascença,
tua lascívia, ganância, estupor.
Eles não precisam viver tua dor.

Respeite os inocentes,

porque eles precisam crescer,
precisam viver em paz.
Eles não são parte de teu cortejo,
Funéreo, fúnebre, fugaz.

Respeite os inocentes

e dê-lhes alguma esperança
de ver a luz da manhã.
Eles ainda têm belos olhos
que o brilho do sol querem ver.

Respeite os inocentes

e recolha tuas armas brutais,
tuas armaduras, teus arsenais.
Não mate os inocentes
e deixe a ti mesma morrer.

Respeite assim a ti mesma,

em um momento silente,
em uma oração piedosa,
sendo uma só vez amorosa
e liberte teus inocentes.

sonialvaz@hotmail.com

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

QUANDO O AMBIENTE ESCOLAR TAMBÉM É ALIENANTE!...O QUE FAZER?

Devolutiva dos relatórios do 1 e 2 Bimestres 2012.



Aluna: K L G P.
Turma: 4 ano B.


Apresentação:

                      Como mãe da aluna K L G P, sempre fui excluída dos processos internos de sua vida escolar, ora porque a direção da escola jamais tomou partido entre a criança e seus pais, ora porque a escola se viu perdida num emaranhando de informações conflitantes entre os pais da criança, que afinal em momento algum jamais beneficiaram a KARIMAH.
                      Passado, todo este tempo, desde a primeira avaliação psicopedagógica e agora também já feita à segunda, e em ambas eu fui excluída por completo, o que também jamais beneficiou a minha filha, e se houver uma terceira, onde eu continue sendo excluída, também não haverá ganho algum para a KARIMAH.  

Da Constatação:

                          A relação família e escola é muito tênue e delicada.
                          Alguns problemas familiares (como é o nosso caso) repercutem na vida cotidiana das crianças.
                          E até que ponto o professor tem competência e habilidade para poder intervir?
                           Confesso que eu percebi algum carinho e compreensão dos problemas que KARIMAH vem enfrentando “sozinha” (uma vez que o genitor me exclui), na professora do primeiro ano, as demais seguiram o curso de toda a problemática que ela vive, mas percebo que é uma intervenção “fria” pouco emocional, e que talvez até acarrete no próprio ambiente escolar uma “exclusão” velada, que apenas KARIMAH sinta e não consegue expressar, em seu cotidiano, nem em casa e nem no próprio ambiente escolar.
                           Nas poucas vezes que adentrei as dependências da escola, nunca vi fotos de KARIMAH nos cartazes, nem nas fotos que estão no site da escola na internet, como eu sempre fui e ainda sou excluída de todas as atividades internas e externas da escola, nunca tive a oportunidade de apoiá-la e demonstrar a ela o meu contentamento por sua participação em quaisquer atividades.
                            A meu ver não cabe aos professores, muito menos aos coordenadores ou diretores, julgar a questão familiar em si, mas sim propiciar afeto, atenção carinho e apoio neste momento seria, e é a obrigação de qualquer docente. Porque a criança vai exigir mais atenção e fará isso demonstrando comportamentos como choro, raiva, agressão, dispersão etc.
                            Não vivemos num mundo cor de rosa e perfeito, pelo contrário, o “ser humano” não é fácil quando não se tem equilíbrio psicológico para lidar com situações de estresse, as que KARIMAH, vivencia hoje!
                             Vejo sim, como sendo o papel da escola, mas vejo muito pouco esta prática nesta escola, que deveriam estar sempre disponível para estas crianças em particular, estimular sua expressão de sentimentos, conversar quando quiserem falar sobre o assunto que lhes afeta, e reforçar nelas o amor dos pais independente da divergência deles.
                              Falta nesta escola a “escuta ativa”, principalmente das crianças que vivenciam problemas desta ordem, ter calma, paciência e amor, isto é ser professor.


Da proposta:

                              Na verdade, esta escola errou muito, errou demais no caso de minha filha, não errou sozinha, teve e ainda tem a colaboração perene do genitor, que sempre erra achando estar acertando, mas não para e não reflete, e ao que parece não é “ajudado” de maneira incisiva pela escola, a descer ao nível da criança e compreender que KARIMAH é só uma criança e que pensa como uma criança e que tem atitudes de criança, minha filha está assustada, triste, solitária, sem apoio algum no ambiente em que vive, e que ele poderá levá-la a mil e um profissionais, não irá reverter o quadro atual, que afinal se resume em umas palavras apenas, Amor, afeto, dedicação, compreensão.
                              Não sei quem afinal elabora estes relatórios escolares, mas vejo que de nada valem e também nada significam se durante o período ativo, escolar, não forem tomadas por parte da escola, muito mais que pelo genitor que é muito confuso, alheio, ausente, formas de integrar a KARIMAH no contexto escolar, vejo esta grave falha muito mais na escola do que na minha filha ou até mesmo no genitor despreparado!
                              Até que ponto KARIMAH é a única responsável pelos péssimos resultados apresentados ao longo desses 03 anos?


Das Críticas:
                             As críticas e constatações feitas nos relatórios sobre o comportamento de KARIMAH, se tornam até canhestros diante do pouco ou nenhum apoio, carinho, afeto, compreensão, que ela tem de devolutiva no ambiente escolar.
                              Penso que ao invés de escreverem no relatório que ela sai demais para ir ao banheiro, teria sido mais producente e tido como demonstração de afeto preocupação e carinho, se tivessem sugerido ao genitor que aproveitasse das férias para levá-la ao pediatra e verificar se esta tudo bem, se não há uma infecção urinária etc...
                              Vejo KARIMAH sendo “bombardeada” de aulas de reforço etc... Que a priori não vai dar em nada, quando afinal o que ela precisa  realmente e diariamente é de apoio, conforto, carinho e escuta, muita escuta, minha filha precisa ser ouvida...                               

Da Ajuda:

                             Eu, como mãe estou, e estarei sempre pronta a ajudar a minha filha, mas como nestes 03 anos fui e ainda sou excluída de todas as atividades internas e externas da escola, minha ajuda se torna de pouca valia.
                              Mesmo assim, quando KARIMAH estiver triste, e precisar de mim, podem me ligar, que eu irei ate a escola falar com ela, quantas vezes ela precisar.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

FELIZ ANIVERSÁRIO KARIMAH!!!

TE AMAMOS MUITO FILHA!!!!

STJ constrói jurisprudência sobre alienação parental




Os casos mais comuns de alienação parental estão associados a situações em que a ruptura da vida conjugal gera em um dos pais uma tendência vingativa. Quando ele não consegue aceitar a separação, começa um processo de destruição, vingança, desmoralização e descrédito do ex-cônjuge. Nesse processo vingativo, o filho é utilizado como instrumento da agressividade direcionada ao ex-parceiro.
Apenas em 2010 a alienação parental foi inserida no Direito brasileiro, e já chegou ao Superior Tribunal de Justiça como tema de processos. A Lei 12.318/2010 conceitua a alienação parental como “a interferência na formação psicológica da criança ou do adolescente promovida ou induzida por um dos genitores, pelos avós ou pelos que tenham a criança ou adolescente sob a sua autoridade, guarda ou vigilância para que repudie genitor ou que cause prejuízo ao estabelecimento ou à manutenção de vínculos com este”. Estão exemplificadas no dispositivo atitudes caracterizadoras da alienação parental e, além disso, existe a previsão de punições para seus praticantes.
Características
Nos casos identificados como alienação parental, um dos pais (o genitor alienante) procura excluir o outro (genitor alienado) da vida dos filhos, não o incluindo nas decisões mais importantes sobre a vida das crianças. O alienante também interfere nas visitas que o alienado tem com as crianças, controlando os horários e o impedindo de exceder seu tempo com os filhos. Além disso, ele inclui a criança no conflito entre os genitores, denegrindo a imagem do outro genitor e, às vezes, até fazendo falsas acusações.
“Com maior frequência do que se supõe, reiteradas barreiras são colocadas pelo guardião com relação às visitas. Esses artifícios e manobras vão desde compromissos de última hora, doenças inexistentes, e o pior disso tudo é que ocorre por um egoísmo fruto da animosidade dos ex-cônjuges, com a criança sendo utilizada como instrumento de vingança”, diz Felipe Niemezewsky da Rosa em seu livro A síndrome de alienação parental nos casos de separações judiciais no direito civil brasileiro.
Consequências
No centro desse conflito, a criança passa a ter sentimentos negativos em relação ao genitor alienado, além de guardar memórias e experiências exageradas ou mesmo falsas – implantadas pelo genitor alienante em um processo também chamado de “lavagem cerebral” (brainwashing).
Ao mesmo tempo, as crianças estão mais sujeitas a sofrer depressão, ansiedade, ter baixa autoestima e dificuldade para se relacionar posteriormente. “É importante notar que a doutrinação de uma criança através da SAP é uma forma de abuso – abuso emocional –, porque pode razoavelmente conduzir ao enfraquecimento progressivo da ligação psicológica entre a criança e um genitor amoroso. Em muitos casos pode conduzir à destruição total dessa ligação, com alienação por toda a vida”, explica Richard Gardner, criador do termo, em artigo sobre a Síndrome da Alienação Parental publicado na internet, em site mantido por pais, mães, familiares e colaboradores.
Ou seja, os maiores prejuízos não são do genitor alienado, e sim da criança. Os sintomas mais comuns para as crianças alienadas são: ansiedade, medo, insegurança, isolamento, depressão, comportamento hostil, falta de organização, dificuldade na escola, dupla personalidade. Além disso, por conta do comportamento abusivo ao qual a criança está sujeita, há prejuízo também para todos os outros que participam de sua vida afetiva: colegas, professores, familiares.
Papel do Judiciário
Para a especialista Hildeliza Cabral, o Judiciário não deve ser a primeira opção. “Detectada a situação, deve o genitor alienado procurar apoio psicossocial para a vítima e iniciar o acompanhamento psicoterapêutico. Em não conseguindo estabelecer diálogo com o alienante, negando-se ele a participar do processo de reconstrução do relacionamento, deve o alienado requerer ao Juízo da Vara de Família, Infância e Juventude as providências cabíveis”, escreve em artigo sobre os efeitos jurídicos da SAP.

Porém, a alienação parental ainda é uma novidade para os tribunais brasileiros. “Por tratar-se de um tema muito atual, ainda não existem muita jurisprudência disponível, justamente por ser um assunto em estudo e que ainda enfrenta muitas dificuldades para ser reconhecido no processo”, diz Felipe Rosa.
Entretanto, ainda assim a Justiça pode ter um papel decisivo na resolução dos conflitos: “O Judiciário só necessita de técnicos qualificados (psicólogos e assistentes sociais), especialistas em alienação, para saber a gradação da mesma, ou seja, para saber até que ponto a saúde física e psicológica da criança ou adolescente está comprometida.”
No STJ
O primeiro caso de alienação parental chegou ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) em um conflito de competência entre os juízos de direito de Paraíba do Sul (RJ) e Goiânia (GO). Diversas ações relacionadas à guarda de duas crianças tramitavam no juízo goiano, residência original delas. O juízo fluminense declarou ser competente para julgar uma ação ajuizada em Goiânia pela mãe, detentora da guarda das crianças, buscando suspender as visitas do pai (CC 94.723).
A alegação era de que o pai seria violento e que teria abusado sexualmente da filha. Por isso, a mãe “fugiu” para o Rio de Janeiro com o apoio do Provita (Programa de Proteção a Vítimas e Testemunhas Ameaçadas). Já na ação de guarda ajuizada pelo pai das crianças, a alegação era de que a mãe sofreria da Síndrome de Alienação Parental – a causa de todas as denúncias da mãe, denegrindo a imagem paterna.
Nenhuma das denúncias contra o pai foi comprovada, ao contrário dos problemas psicológicos da mãe. Foi identificada pela perícia a Síndrome da Alienação Parental na mãe das crianças. Além de implantar memórias falsas, como a de violência e abuso sexual, ela se mudou repentinamente para o estado do Rio de Janeiro depois da sentença que julgou improcedente uma ação que buscava privar o pai do convívio dos filhos.
Sobre a questão da mudança de domicílio, o juízo goiano decidiu pela observância ao artigo 87 do Código de Processo Civil, em detrimento do artigo 147, inciso I, do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). De acordo com o primeiro, o processo ficaria em Goiânia, onde foi originalmente proposto. Se observado o segundo, o processo deveria ser julgado em Paraíba do Sul, onde foi fixado o domicílio da mãe.
Para o ministro Aldir Passarinho Junior (aposentado), relator do conflito na Segunda Seção, as ações da mãe contrariavam o princípio do melhor interesse das crianças, pois, mesmo com separação ou divórcio, é importante manter um ambiente semelhante àquele a que a criança estava acostumada. Ou seja, a permanência dela na mesma casa e na mesma escola era recomendável.
O ministro considerou correta a aplicação do CPC pelo juízo goiano para resguardar o interesse das crianças, pois o outro entendimento dificultaria o retorno delas ao pai – e também aos outros parentes residentes em Goiânia, inclusive os avós maternos, importantes para elas.
Exceção à regra
No julgamento de embargos de declaração em outro conflito de competência, o ministro Raul Araújo destacou que o caso acima é uma exceção, devendo ser levada em consideração a peculiaridade do fato. Em outra situação de mudança de domicílio, o ministro considerou correta a aplicação do artigo 147, inciso I, do ECA, e não o CPC (CC 108.689).
O ministro explicou que os julgamentos do STJ que aplicam o artigo 87 do CPC são hipóteses excepcionais, em que é “clara a existência de alienação parental em razão de sucessivas mudanças de endereço da mãe com o único intuito de deslocar artificialmente o feito”. Não seria o que ocorreu no caso, em que as mudanças de endereço se justificavam por ser o companheiro da genitora militar do Exército.
Guarda compartilhada
A guarda compartilhada foi regulamentada pela Lei 11.698/2008. Esse tipo de guarda permite que ambos os pais participem da formação do filho, tendo influência nas decisões de sua vida. Nesse caso, os pais compartilham o exercício do poder familiar, ao contrário da guarda unilateral, que enfraquece o exercício desse poder, pois o genitor que não exerce a guarda perde o seu poder, distanciando-se dos filhos e sendo excluído da formação das crianças. Ele, muitas vezes, apenas exerce uma fiscalização frouxa e, muitas vezes, inócua.
Para a ministra Nancy Andrighi, “os filhos da separação e do divórcio foram, e ainda continuam sendo, no mais das vezes, órfãos de pai ou mãe vivos, onde até mesmo o termo estabelecido para os dias de convívio demonstra o distanciamento sistemático daquele que não detinha, ou detém, a guarda”. As considerações foram feitas ao analisar um caso de disputa de guarda definitiva (REsp 1.251.000).
De acordo com a ministra, “a guarda compartilhada é o ideal a ser buscado no exercício do poder familiar entre pais separados, mesmo que demandem deles reestruturações, concessões e adequações diversas, para que seus filhos possam usufruir, durante sua formação, do ideal psicológico de duplo referencial.”
A ministra Nancy Andrighi considerou, ao analisar um caso de disputa da guarda definitiva, que não era necessário haver consenso dos pais para a aplicação da guarda compartilhada, pois o foco é o melhor interesse do menor, princípio norteador das relações envolvendo filhos. O entendimento de que é inviável a guarda compartilhada sem consenso fere esse princípio, pois só observa a existência de conflito entre os pais, ignorando o melhor interesse da criança. “Não se busca extirpar as diferenças existentes entre o antigo casal, mas sim, evitar impasses que inviabilizem a guarda compartilhada”, explicou a ministra.
“Com a guarda compartilhada, o ex-casal passa a se relacionar ao menos formalmente, buscando melhores formas de criar e educar os seus filhos”, explica o presidente da Apase. “Logo, a guarda compartilhada é um importantíssimo caminho para inibir a alienação parental”, completa Rodrigues. A ONG também atuou na formulação e aprovação do projeto de lei da guarda compartilhada.
O ideal é que ambos os genitores concordem e se esforcem para que a guarda dê certo. Porém, muitas vezes, a separação ou divórcio acontecem num ambiente de conflito ou distanciamento entre o casal – essas situações são propícias para o desenvolvimento da alienação parental. A guarda compartilhada pode prevenir (ou mesmo remediar) a alienação parental, por estimular a participação de ambos os pais na vida da criança. 
Com informações da Assessoria de Imprensa do STJ



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do site Conjur