NOSSA LUTA

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

O ofício da paternidade é um serviço DIVINO...PENA que os pais Alienadores, nem sequer saibam o que é normal, imaginem? o divino?...




Responsabilidade dos Pais para ...com a LIBERDADE DE SEUS FILHOS como Almas Independente.

O ofício da paternidade é um serviço DIVINO, e deveria ser respeitado tanto, se não mais, que qualquer outro dever a que sejamos intimados a cumprir. Por ser um trabalho de sacrifício, há que ter sempre em mente que não se deve pedir nada em troca à criança, e que o objetivo máximo é dar, e tão-somente dar, CARINHO, PROTEÇÃO E ORIENTAÇÃO até que a Alma se encarregue da jovem personalidade. A independência, a individualidade e a LIBERDADE devem ser ENSINADAS desde o começo, e a criança deve ser estimulada o mais cedo possível na vida a PENSAR e AGIR por si mesma. Todo CONTROLE paterno deveria ser reduzido pouco a pouco conforme a capacidade de cuidar de si próprio se vai desenvolvento e, mais adiante, nenhuma imposição ou falsa idéia de DEVER para com os pais deve OBSTRUIR os desígnios da Alma da criança... Tenha-se presente que a criança da qual nos tornamos GUARDIÕES temporários pode ser uma Alma muito mais velha e maior do que nós, pode ser espiritualmente superior a nós; assim, esse CONTROLE e PROTEÇÃO deve limitar-se às necessidades da jovem personalidade. Os pais deveriam estar particularmente precavidos contra qualquer desejo de conformar a jovem personalidade às sua PRÓPRIAS vontades e idéias, e deveriam refrear qualquer DOMINAÇÃO indevida ou qualquer pedido de favores em TROCA do seu DEVER NATURAL e privilégio divino de ser o meio de auxiliar uma ALMA a entrar em contato com o mundo. Qualquer desejo de controle, ou desejo de dirigir a jovem existência por MOTIVOS PESSOAIS, é uma forma terrível de AMBIÇÃO, e nunca deveria ser consentida... Se houver o menor desejo de domínio, ele deverá ser detido desde o início. Devemos recusar estar sob o jugo da AMBIÇÃO que nos compele a desejar possuir os demais.

Um comentário:

mahgaroh disse...

FILHA, QUE SAUDADE...