NOSSA LUTA

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Quando a escola é envolvida na Alienação Parental: e os operadores do direito NADA FAZEM!!!!


Caso ALICE DE FREITAS VASQUES (Colégio UNIESP DE CAMPINAS SP CUMPLICIDADE DE ALIENAÇÃO PARENTAL) DESACORDO COM A LEI violação do art.1589 do atual Código Civil – Lei n.º 10.406/02)[6] de setembro a dezembro de 2012, com conversas gravadas e testemunhas, provando tudo o que estou citando.Um Alerta aos Pais e Autoridades de Campinas SP e demais Escolas do Brasil.

Quando a escola é envolvida na Alienação Parental:

Um dos incisos do artigo 2º da Lei tipifica ato de Alienação Parental ocultar informações médicas e escolares relevantes sobre a criança a genitor. Ora, muitos alienadores, geralmente guardiães, matriculam seus filhos em escolas e obrigam diretores, coordenadores pedagógicos e professores a não revelarem informações escolares, boletins de notas, calendário, reuniões, festas, passeios e excursões. E muitas escolas, sobretudo as particulares, acabam cedendo às pressões, temendo que os alienadores tirem seus filhos das escolas (o que representa prejuízo financeiro) e por desconhecimento da Lei da Alienação Parental e da Lei 12.013, que modifica a Lei de Diretrizes e Bases da Educação brasileira.

Até o advento da Lei nº 12.013/2009, muitos alienadores impediam e até proibiam as instituições escolares de fornecerem informações acerca do rendimento escolar e de comportamento do filho ao outro pai, alegando “não ser o guardião” e “não ser o provedor financeiro”. Diante desse quadro, as escolas cometiam (e, infelizmente, ainda cometem...) a postura equivocada de confundir guarda com poder familiar (o poder familiar é inerente à condição de ser “pai” ou “mãe” de um menor, independente de exercer a guarda ou não...), e não poderiam/podem afirmar que “não seja o provedor financeiro” porque então a escola não seria paga com a pensão alimentícia?






2 comentários:

Mahgaroh Prats disse...

Até o advento da Lei nº 12.013/2009, muitos alienadores impediam e até proibiam as instituições escolares de fornecerem informações acerca do rendimento escolar e de comportamento do filho ao outro pai, alegando “não ser o guardião” e “não ser o provedor financeiro”. Diante desse quadro, as escolas cometiam (e, infelizmente, ainda cometem...) a postura equivocada de confundir guarda com poder familiar (o poder familiar é inerente à condição de ser “pai” ou “mãe” de um menor, independente de exercer a guarda ou não...), e não poderiam/podem afirmar que “não seja o provedor financeiro” porque então a escola não seria paga com a pensão alimentícia?

Anônimo disse...

Boa tarde
Mais uma vez peço que retire essa postagem falsa. Nunca houve e não há alienação parental. Tudo foi feito para proteção da menor Alice e minha, sua mãe. Fomos covardemente vítimas de violencia domestica e perseguidas até que finalmente saiu divórcio litigioso. Hoje existem visitas, filha e o pai tem contato determinado pela justiça. Portanto peço que retire textos e fotos da menor Alice. Hoje ela está com 16 anos e não autoriza a publicação de sua imagem o que compromete sua vida hoje. Obrigada.